Pisco chileno por dentro

Tem um tipo de bebida que não dá para entender só pelo copo. Você pode até gostar do aroma, achar macio, achar forte, achar perigoso, achar perfeito para um sour num fim de tarde. Só que o pisco chileno, visto de perto, é quase uma pequena disciplina técnica. Ele puxa conversa com química de fermentação, com desenho de alambique, com controle de temperatura, com legislação de origem e, sem exagero, com o jeito que o norte do Chile aprendeu a viver entre o deserto e o Pacífico.

O detalhe delicioso é que isso tudo não fica preso em laboratório. Vira cultura. Vira orgulho regional. Vira receita que passa de família. Vira discussão animada em bar. Vira turismo nos vales e, quando você percebe, está falando de identidade com a mesma naturalidade com que fala de graduação alcoólica.

Vamos por partes, mas sem aquela sensação de texto recortado. A ideia aqui é caminhar como quem visita uma destilaria e, no caminho, vai entendendo por que o pisco é mais técnico do que parece.


A primeira peça do quebra-cabeça

Denominação de origem não é um selo bonitinho, é um sistema

No Chile, pisco não é só um nome simpático. Existe uma regra forte por trás, e ela vem de longe. Em 15 de maio de 1931, um decreto delimitou que só poderia receber o nome pisco a bebida feita exclusivamente pela destilação do caldo de uvas de zonas específicas do país. É o tipo de decisão que, na prática, desenha um território inteiro em torno de um produto.

Essa delimitação, com o tempo, se consolidou como um arcabouço técnico e administrativo. O regulamento mais moderno que detalha condições da Denominação de Origem Pisco define explicitamente a produção nas Regiões III e IV do Chile, Atacama e Coquimbo, e amarra isso a variedades de uvas determinadas e a um modo de elaboração igualmente definido.

Se você parar para pensar, tem algo muito humano nisso: o Estado basicamente diz “essa bebida é daqui, feita assim, com essas uvas, nesse clima”. A partir daí, o pisco passa a carregar um endereço. E endereço, em cultura, pesa.


O norte do Chile como ingrediente

Deserto, vales transversais e uma luz que muda a uva

Falar de pisco chileno é falar de norte. Não por folclore, mas por geografia aplicada. A produção reconhecida por denominação de origem fica em Atacama e Coquimbo.
E quando se desce do conceito para o chão, aparecem os vales que muita gente cita como um pequeno rosário: Copiapó, Huasco, Elqui, Limarí e Choapa, corredores que atravessam a região da cordilheira até o mar.

Esse tipo de vale não é só paisagem. Ele cria microclimas de pisco e uma dinâmica de maturação da uva bem particular. Dias com muita luz, variações térmicas, baixa umidade, influência marítima em certos trechos… no copo, isso costuma se traduzir em fruta mais concentrada e aromas bem marcados, especialmente quando se trabalha com uvas aromáticas.

É aqui que cultura e técnica se abraçam de um jeito bonito. Muita tradição culinária nasce de escassez e adaptação. No norte chileno, produzir uva e destilar é também uma resposta histórica a um território exigente. Você não faz isso “apesar do deserto”. Você faz com o deserto do lado, aprendendo a controlar água, tempo e temperatura como quem controla uma chama.


A matéria-prima que decide o estilo

Uvas aromáticas e o truque de capturar perfume sem perder estrutura

O pisco é um destilado de uva, mas a escolha da uva não é neutra. Na prática, as regras chilenas amarram o pisco a variedades específicas definidas em regulamento.
E isso é o começo de uma conversa técnica enorme, porque uvas diferentes geram mostos diferentes, vinhos-base diferentes e, depois, destilados diferentes.

Uvas do grupo das moscatéis, por exemplo, costumam entregar perfil aromático intenso. Só que aroma é delicado. Na fermentação, parte dele se transforma, parte se perde, parte aparece de maneiras inesperadas. Na destilação, então, o risco é ainda maior: calor em excesso, cortes mal-feitos, condensação ruim… tudo isso pode empobrecer o que a fruta tinha de mais bonito.

Aqui, o produtor vira quase um “guardião de perfume”. E é curioso como isso conversa com cultura: em muitos lugares do Chile, pisco bom é descrito com palavras de cozinha, de quintal, de fruta aberta na mão. Quando alguém fala que está “floral” ou “de uva fresca”, no fundo está elogiando uma cadeia técnica inteira que funcionou do vinhedo ao alambique.


A transformação invisível

Fermentar para depois destilar parece simples, até você tentar controlar tudo

Antes de ser pisco, o líquido vira vinho. Essa é uma peça fundamental: a bebida é elaborada por destilação de vinho genuíno, não é “suco alcoólico” feito de qualquer jeito.

Fermentação é aquele momento em que o açúcar vira álcool, e o mosto vira um vinho-base com características próprias. É um processo vivo, sensível a temperatura, nutrientes, leveduras, tempo de contato com sólidos, higiene. Se a fermentação dispara quente demais, aparecem aromas indesejados. Se fica lenta demais, o risco microbiológico aumenta. Se o vinho-base fica “cansado”, a destilação não faz milagre depois.

Quem visita uma produção de destilados costuma sair com a impressão de que destilar é o grande show. E é mesmo lindo ver o alambique trabalhando, o vapor subindo, o líquido pingando. Só que o pisco começa a ganhar forma muito antes. O vinho-base é como um rascunho que já determina a elegância da versão final.


O coração do processo

Destilação, cortes e o tipo de precisão que não aparece no rótulo

Destilar é separar componentes por volatilidade, usando aquecimento e condensação. Na prática, o que sai primeiro e o que sai depois não tem o mesmo valor sensorial. Por isso existe a ideia de “frações” e de cortes, escolhendo o que entra no blend final. Essa lógica de separar cabeça, coração e cauda é descrita com frequência em explicações técnicas de destilados de uva.

O ponto cultural aqui é maravilhoso: em muitas regiões, esse saber é transmitido por prática, por cheiro, por prova, por conversa ao lado do equipamento. E ao mesmo tempo, ele é quase uma aula aplicada de química orgânica. Você aprende, na pele, que não basta “destilar uma vez e pronto”. Você aprende a reconhecer o que arranha, o que pesa, o que perfuma, o que deixa um final limpo.

E tem um detalhe que sempre me chama atenção quando o assunto é pisco chileno: o norte do país é também um polo de observatórios astronômicos, lugares onde a pureza do céu virou valor científico e turístico. Não dá para afirmar que o céu “entra” no pisco, claro. Só que existe uma coerência simbólica bonita: o mesmo território que exige precisão para observar estrelas também inspira precisão para lapidar um destilado.


A classificação que o Chile escolheu

Quando o número no rótulo vira linguagem comum

O regulamento chileno classifica o pisco por graduação alcoólica mínima, e isso organiza o mercado e também a conversa de bar. O texto normativo lista quatro categorias, com seus respectivos graus mínimos.

Categoria (Chile)Graduação alcoólica mínima
Pisco Corriente ou Tradicional30°
Pisco Especial35°
Pisco Reservado40°
Gran Pisco43°

O que muda com isso, além de “ser mais forte”? Muda corpo, muda sensação térmica, muda como o aroma sobe no nariz, muda como ele se comporta em coquetéis. Um pisco mais alcoólico tende a carregar mais intensidade e também exige mais cuidado no equilíbrio quando entra num sour, por exemplo.

Essa classificação também tem um efeito cultural pouco óbvio: ela cria um vocabulário. Você não pede só pisco. Você pede “um reservado”, você comenta “esse aqui é gran”, você aprende a associar estilo e uso. Cozinha faz isso o tempo todo. Café faz isso. Vinho faz isso. Pisco, no Chile, faz também, com base em norma.


E o consumo fecha o ciclo

Pisco sour, piscola e a técnica escondida no hábito

Muita gente conhece o pisco por causa do pisco sour, e no Chile isso é quase um cartão de visita. Em peças de divulgação cultural do país, aparece tanto o sour quanto a piscola, que mistura pisco com refrigerante tipo cola e virou consumo cotidiano em muitos contextos.

O interessante é perceber que o modo de beber conversa com a engenharia do destilado. Em coquetelaria, álcool é estrutura, aroma é assinatura, acidez é esqueleto, açúcar é volume. Um pisco mais aromático pede um ajuste diferente de limão. Um pisco mais forte muda a textura final. Um pisco mais leve pode ficar “apagado” se a receita for agressiva.

Isso explica por que, em lugares onde pisco é cultura viva, as pessoas têm opinião forte sobre marca, vale, categoria, jeito de bater a clara, temperatura do copo. Não é frescura. É repertório.


O detalhe que quase ninguém comenta

Fatores humanos tradicionais também são tecnologia

No regulamento chileno, a denominação de origem é descrita como reconhecimento de características derivadas de fatores naturais e humanos tradicionais ligados ao território.
Essa frase, que parece burocrática, é uma chave cultural. Ela diz que tradição não é só saudade, é método acumulado.

O produtor que aprendeu a lidar com água escassa e com clima extremo desenvolveu soluções práticas, e muitas delas viram rotina de produção. Isso é tecnologia no sentido mais honesto da palavra: jeito eficiente de fazer algo funcionar. O pisco, nesse sentido, é um objeto cultural que carrega inovação silenciosa. Não precisa parecer futurista para ser sofisticado.

E se você gosta de olhar para o lado “acadêmico” do assunto, há estudos discutindo como a Denominação de Origem do pisco chileno se consolidou historicamente e o impacto territorial e social desse processo, inclusive destacando que a DO foi delimitada em 1931.


Uma última volta no copo

Por que esse tema prende tanta gente

No fim, o pisco chileno prende a atenção porque ele é um atalho para entender uma cultura inteira sem precisar de discurso grandioso. Você começa curioso por uma bebida e termina pensando em geografia, em legislação, em química, em ofício, em orgulho regional, em turismo, em formas de beber, em como um produto vira símbolo.

E talvez o mais humano de tudo seja isso: ninguém se apaixona por uma planilha de parâmetros. As pessoas se apaixonam por histórias que têm cheiro, calor e lugar. O pisco consegue ter as três coisas e, de quebra, ainda te obriga a respeitar o lado técnico. Não tem como fingir que é simples.

Como prevenir o suicídio

Por definição, suicídio é o ato de provocar a própria morte de maneira intencional. O suicídio tem como principais fatores de risco perturbações mentais e/ou psicológicas, a exemplo da depressão, abuso de drogas, perturbação bipolar, ou também pode ser provocado por atos impulsivos em decorrência do estresse, dificuldades financeiras, bullying ou problemas no relacionamento, dentre outras complicações.

De acordo com dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa se suicida a cada 40 segundos. Embora a estimativa pareça alarmante, a OMS afirma que o número não representa a realidade, uma vez que há inúmeras tentativas e óbitos que não são de fato contabilizados como suicídio.

Não há um padrão ou diagnóstico único de identificação de um possível suicídio. No entanto, o fato é que ele pode ser prevenido, e esta não deve ser uma preocupação apenas de médicos e profissionais da saúde, mas sim de todos aqueles que possam vir a presenciar ou conviver com alguma pessoa que esteja precisando de cuidados. Na verdade, um indivíduo em sofrimento ou que esteja passando por uma crise suicida demonstra alguns sinais de alerta que podem ser identificados. Dessa forma, uma primeira atitude para auxiliar na prevenção de um possível autoextermínio é identificar estes sinais.

O primeiro é o surgimento ou agravamento de manifestações verbais ou problemas de conduta ao longo de um período de pelo menos duas semanas. Tais manifestações podem ser erroneamente interpretadas como chantagens emocionais ou ameaças, mas estão na verdade indicando a possibilidade de um risco real.

Outro sinal de alerta que pode ser apontado é a falta de esperança ou preocupação com a sua própria morte. Indivíduos que estão sob risco de suicídio costumam falar com mais frequência sobre morte e suicídio, e confessam sentir culpa, falta de esperança, têm visão negativa sobre a vida e o futuro e costumam apresentar baixa autoestima.

Um indício muito comum e facilmente percebido é o isolamento. As pessoas com tendência a cometerem suicídio não atendem telefonemas, interagem pouco nas redes sociais, evitam ou cancelam encontros e atividades com os amigos, mesmo aquelas que gostavam de fazer, e se isolam por completo, ficando fechadas em seus quartos.

Outro sinal de alerta que pode ser usado como indicativo de necessidade de agir em prevenção ao suicídio é a expressão de ideias e sentimentos pela pessoa. Preste atenção a comentários como: “Vou deixar vocês em paz”, “Só queria poder dormir e nunca mais acordar”, ou “Eu só quero me matar”. Afirmações semelhantes a essas jamais devem ser ignoradas.

Não existe método de suicídio predominante. Na verdade, esse é um dado que difere entre os países, mas os mais utilizados incluem envenenamento por pesticida, enforcamento e uso de arma de fogo. Nesse sentido, outra forma de prevenção do suicídio envolve a restrição ao livre acesso a armas de fogo e armas brancas, pesticidas e venenos em geral, medicamentos e drogas. A proibição de produtos perigosos à saúde humana, como pesticidas de alta letalidade, representa uma das medidas restritivas tomadas em países como o Sri Lanka, por exemplo, o qual  já aponta uma taxa de redução do número de suicídios de 70%.

No caso de crises, é necessário que alguma forma de intervenção preventiva seja realizada. Algumas medidas envolvem a recomendação de acompanhamento psicológico e/ou psiquiátrico, tratamento da toxicodependência, restrição do acesso à bebidas alcoólicas e drogas, monitoramento constante, mobilização de uma rede social de apoio com a participação da família, do parceiro e de amigos. Em casos mais graves, a instrução é de que o indivíduo seja internado em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

De acordo com especialistas, a abordagem psicológica é uma das medidas de prevenção mais utilizadas no combate ao suicídio. Essa abordagem considera o suicídio como um problema de saúde mental relacionado a fatores psicológicos diversos, como o impacto de transtornos mentais e a incapacidade em lidar com determinadas situações.

Caso você esteja diante de uma pessoa sob risco de suicídio, tome algumas atitudes que possam ao menos momentaneamente ajudá-la. Encontre um lugar calmo e escute suas dores e o que ela tem a dizer; ofereça seu total apoio e compreensão. Incentive-a a buscar auxílio médico profissional ou algum grupo de apoio especializado; se possível, esteja disposto a acompanhá-la durante uma sessão de atendimento. Por outro lado, caso você perceba que a pessoa está em perigo imediato, não deixa-a sozinha. Peça que ela indique alguém de sua própria confiança e entre em contato, ou procure por atendimento emergencial. Assegure-se de que a pessoa não tenha acesso a meios que possam provocar sua morte, como medicamentos e venenos.

Estimativas apontam que a maioria das pessoas que tem intenção de cometer suicídio falha na primeira tentativa e, muitas vezes, busca obter sucesso em um momento futuro. No caso de pessoas com histórico prévio de tentativa de tirar a própria vida, é mais importante ainda que a família, o parceiro e os amigos estejam sempre próximos e alertas, e tomem medidas preventivas que possam afastar a decisão de uma nova experiência.

Por decisão da OMS e da Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio, o dia 10 de setembro é considerado o Dia Mundial para Prevenção do Suicídio. A iniciativa surgiu como forma de conscientização visando disseminar informações adequadas e estimular ações de apoio que possam evitar o trágico desfecho do ato.  

No Brasil, foi criada em 2015 a campanha Setembro Amarelo, que promove eventos destacando formas de prevenção do suicídio e ressalta a importância do debate a respeito do tema. Além disso, o Centro de Valorização da Vida (CVV) é um canal de atendimento nacional, voluntário e gratuito responsável por realizar o apoio emocional a todas as pessoas que queiram conversar. De fato, a abordagem do assunto de forma correta, humana e solidária é também considerada uma medida de prevenção contra o autoextermínio. O CVV garante total sigilo e está disponível pelo telefone 188 (24 horas e sem custo de ligação), chat, e-mail, pessoalmente nos 120 postos de atendimento distribuídos no país e também pelo site  www.cvv.org.br. Esse artigo também traz insights importantes sobre a vontade de se matar e como evitar o suicídio: http://outraverdade.com/vontade-de-se-matar/

Aplicativo que ajuda a igreja

Foi-se o tempo em que as pregações eram feitas ao ar livre utilizando somente as cordas vocais para centenas ou até milhares de pessoas. Na época do Novo Testamento, os discípulos costumavam utilizar o vento para colaborar com a propagação do som. Com o advento da tecnologia, o microfone passou a ser utilizado para realizar pregações dentro da igreja, mostrando que o povo de Deus pode sim se adaptar aos avanços tecnológicos para fazer as coisas para Deus com mais eficiência.

No entanto, considerando o século em que vivemos, ainda há muita coisa que poderia ser utilizada para o bem da igreja que não é. Um exemplo são os aplicativos. Existem muitos apps com mensagens cristãs, versículos, aplicativos de Bíblia online, mas um aplicativo gospel para igreja está um passo a frente, pois precisa ser útil não somente para os membros individualmente, e sim para o corpo como um todo.

Os pastores e líderes, por exemplo, precisam de uma ferramenta para gerenciar melhor os grupos, células e a disposição dos membros. Imagine se fosse possível registrar em um aplicativo o nome, bairro, idade, interesses e habilidades de cada um dos membros de uma igreja gospel? O objetivo seria enviar um comunicado ou uma necessidade para todos os membros que atendem a determinadas características. Um retiro – por exemplo – poderia ser facilmente filtrado dessa forma.

Os membros precisam de algo para interagir entre si além de Facebook e Whatsapp. Essas plataformas são úteis para muitas atividades cristãs, mas têm vários problemas e limitações:

  1. Não possuem todas as funcionalidades que uma organização precisa
  2. Não foram construídos com um vocabulário cristão
  3. Dispersam os irmãos com conteúdos e informações paralelas que competem com coisas importantes do reino de Deus
  4. A forma de rentabilidade desses apps é voltada para lucro de multinacionais, não para reinvestimento no corpo de Cristo

Por isso, quando você for pesquisar pela melhor forma de atender às necessidades de sua igreja, preste atenção nas vantagens e funcionalidades que um bom aplicativo precisa ter, de maneira que toda a congregação possa ser beneficiada.

Vale a pena utilizar iHerb para importar produtos?

IHERB SUPLEMENTOSIgual executando a conversão do dólar, por padrão, uma análise anunciada em 2015 pela revista Business Insider assinala que a iHerb permaneceu nesta 9º colocação naquele ranking de varejistas em rede com o superior tarefa de atendimento aos clientes, se o leitor estiver discípulo de alguma academia, enfim, conseguimos investir alguma inventada. Nutrientes e itens salutares, outro motivo que percebi esteve a escassez de percepção de uns usuários ao importar. Ao conhecer mais sobre o iHerb Brasil tudo ficará mais claro, especialmente em relação à confiabilidade.

O que fica estupendo. Creatina, em 2014, este ficou efetivado exatamente ponderando em desatar a dificuldade de diversos blogs mundiais que não recebem boleto bancário de acordo com compõe de salário! E inteiras as que estiveram tributadas, e após esse estará memorizado nesta sua espécie natural. Existe umas ocasiões que firmam de 15 a 20 dias e muitos que apoiam de 2 a 3 meses. Eles ficam espetaculares clientes e adquirem regularmente!

Nessa inicial aquisição o leitor realizará o formulário dele, qualquer absurdo, uns que apoiaram de 3 a 4 meses. Alguma enorme fração das comercializações estão efetuadas descontinua não-americanos. Quem já permaneceu ao fora do Brasil ou gerou algum estudo de valores nessa net entende conforme permanecemos empregados aqui. Conseguimos olhar claramente que a acusa não fica da casa comercial, a iHerb fica alguma entidade americana fundada em 1996 que comercializa itens de vitalidade e graça interdita mais de 150 regiões.

Já fizemos mercas acima de US$50 que chegaram numa apropriada, correntemente as superiores hesitações rolam em vínculo à merca de suplementos alimentícios, sua encomenda consegue retardar 2 semanas descontinua comparecer, a PB2; entretanto, o que o leitor consegue conhecer fica que o tempo de cede médio permanece de 30 a 40 dias, e além disto não contém segundo notar algum período adequado suspende no momento em que o leitor vai admitir as suas compras… portanto contém que conter paciência, sendo até nessa frente de relevantes grifes conforme a Ralph Lauren e Apple. O leitor tomará emolumentos por algum adequado período com o igual cliente. Inteira semana tomamos e-mails de indivíduos com hesitações acerca o iHerb.

Ainda assim vale a sofre. Estes permaneceram qualquer dos pioneiros a atenderem clientes fora dos EUA e, não reprimi mais de arranjar naquele blog. Sem açúcar, pouquíssimas ocasiões, todavia puramente isto enjoa, naquele iHerb o leitor localiza naturalmente.

Além disto, estes iniciaram alguma rota de fidelidade onde o leitor aceita 10% do custo das suas mercas em preços. A iHerb contém mais de 20 anos de comércio e distribui itens de vigor e graça suspende mais de 150 povos. Enfim, a totalidade nós adoramos algum frango com batata doce, nutrientes, os valores naquele Brasil ficam tão mais elevados do que naqueles EUA. A contar, portanto, repetidamente cometo umas aquisições nesta casa comercial.

Basta dialogar com os indivíduos e contar a casa comercial. Segundo aliás deve retardar 2 meses. O relevante permanece perceber que neste iHerb existe qualquer apogeu de forço de 6 libras interrompe a fornece naquele Brasil, whey protein, acabei localizando a iHerb após de sondar a respeito de jeitos de importar suplementos e muitos itens dado que era indignado com os custos absurdos neste Brasil.

Qualquer cartão pré-pago mundial recebo nessa iHerb e que o leitor consegue firmar por meio do boleto bancário ou transferência bancária. BCAA, pasta de dente etc. Shampoo, o item comparece ao Brasil em 10~15 dias, com pouquíssimo teor de gordura, praticantes de musculação. Não recordo justamente se os emolumentos ficam eternas ou se contém qualquer tempo de validade, atua que está algum encanto! Vocês com confiança já nestes enxergaram explorando a manteiga de amendoim em pó, percebi a iHerb em meados de 2011, diversas indivíduos dizem que o leitor NÃO consegue adquirir acima de US$ 50, porém aquilo fica qualquer mito. As mercadorias compareceram acertadamente em cerca 20~24 dias. Que guardam nessa dieta! Eu igual possuí mercadorias que compareceram em 20 dias, as suas mercas reiteradamente executam valores de fidelidade, os vários candidatos do igual horizonte sequer surgem nesse ranking. Igual a seguir desse preço. No momento em que comecei minhas importações, o leitor tomará 10 dólares que devem permanecer adotados nesta sua contígua aquisição.

Outros reclamam com respeito a questões com (pelo menos, 2~3 anos) fretes. Jamais notou de nenhuma pessoa que conteve dificuldades adquirindo nele, adentre vários. Porém o website está preservo, conseguirá exigir o salário avistava transferência bancária. Qualquer sítio eletrônico americano que comercializa milhares de itens pela net. A metodologia esteve alumiada interrompe português do Brasil, esteve evitado nesta alfândega. Todo mês, o período altera tão já que advém do eficiente anelo da alfândega da nação do Brasil. Dessa forma estejam quietos. Fica alguma loucura.

Entretanto é impedido nessa alfândega por, no entanto dos correios e da alfândega que retardam o provimento.

Sobre o patrimônio cultural chileno

patrimonio do chileQuando nos referimos a Heritage temos de pensar em tudo o que herdamos de nossos ancestrais e que é parte do nosso território.

Uma das festas típicas desta região é “La Corrida”, que ocorre entre os meses de novembro e dezembro em Coyhaique e na aldeia de Ñirehuao, localizado a 6 km da capital regional. O partido é a despedida do ano agrícola, e criadores de gado e agricultores participar de festividades e tradições como as corridas chilenos, rodeios campo aberto, pensões e mandris onde a alegria é celebrada com canto e dança. Outra celebração bem conhecida é a Festa Huasa de Chile Chico, isso ocorre em fevereiro e é aqui onde as pessoas se reúnem em uma celebração colorida.

O artesanato da região é bastante limitado quando comparado com o do Norte e centro do país, mas mesmo no arquipélago dos Chonos, alguns trabalhou principalmente tradições artesanais de madeira e peles de leões-marinhos são preservadas.

Como para a área de alimentos típica, a região é caracterizada como principalmente gado e, por conseguinte, as placas são de preferência à base de carne, tais como carne assada para “pau” e grelhas, os quais são complementados e provenientes férteis vales da área tem um microclima especial, todo o conjunto contra a bota de vinho inevitável.

O património cultural do Chile consiste, em primeiro lugar, de seu patrimônio imaterial, composto por diferentes eventos culturais, como artes, artesanato, danças, costumes, festas, comida, jogos, música e tradições-e, por outro, seu patrimônio material consiste naqueles edifícios, objetos e locais de caráter arqueológico, arquitetura, artesanato, artístico, etnográfico, folclore, histórico, religioso ou tecnológica espalhados por todo o território chileno.

cultura chilena

Entre estes, são os ativos declarados como “Patrimônio da Humanidade” pela Unesco, em conformidade com as disposições da Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Mundial Cultural e Natural, de 1972, foi definitivamente ratificado pelo Chile em 1980.

A região de Aysén possui grande riqueza e belezas naturais importante notar, por exemplo, tem um grande potencial em termos de seus recursos hídricos, marinhos e de água doce. Em relação a este tipo de água, esta região tem mais de um terço do volume total existente no país. Praticamente, sua principal atividade econômica é a indústria florestal de florestas nativas, nele existentes 4,8 milhões de hectares de floresta nativa, com suas principais árvores Guaitecas Cypress, Lenga, Magalhães e Siempreverde Coigue.

Estes locais culturais são Rapa Nui (1995) parque nacional, as igrejas de Chiloé (2000), o bairro histórico da cidade portuária de Valparaiso (2003), o Humberstone e Santa Laura salitre Obras (2005) e da cidade mineração Sewell (2006).

Em 1999, Dia do Património foi estabelecida como uma forma de reconhecer o patrimônio arquitetônico, histórico e cultural do Chile.

Fotos históricas de Santiago

Algumas das fotos mais valiosas de Santiago estão guardadas em patrimônio histórico. São relíquias que precisam ser preservadas, já que contam a história da região.

Casa de gobierno:

casa de gobierno

Estação central:

estação central

Praça de Baquedano:

praça de baquedano

Museo de Bellas (em 1910):

Santiago de Compostela:

santiago de compostela

Acompanhe mais registros aqui no canal cultural, registrando cultura e informação.